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Geradores de Ozônio

Como melhorar a cicatrização do pé diabético em 24 horas

O que é e como surge?

O paciente diagnosticado com diabete mellitus acaba sofrendo alterações importantes no funcionamento de todo o organismo – e naquelas partes do corpo em que a circulação é menor há uma chance maior de se notar mudanças. Quando os pés inflamam, passam por mudanças bruscas na temperatura ou infeccionam com facilidade, pode ser um indício de pé diabético.

Uma das consequências da diabetes é que os nervos na superfície da pele vão se degradando com o tempo, então a sensibilidade do paciente ser prejudicada. Cortes e ferimentos podem não ser notados, mas isso está longe de ser algo bom. Quando não se percebe o machucado, ele evolui evoluir para uma ferida mais séria, causando úlceras e facilitando infecções que podem levar a amputação do membro.

Como o pé fica na extremidade do corpo, a circulação é prejudicada, além de ser a região que é mais agredida ao longo do dia, por andarmos, pisarmos em objetos cortantes e lesionarmos com facilidade.

O paciente portador do pé diabético pode passar por incômodos severos, como sensação de picadas de agulha, queimação que se espalha até o tornozelo, formigamento e dormência que duram longos períodos. O mais grave é quando se inicia um processo infeccioso e o paciente nem se dá conta, devido a perda da sensibilidade, e pode acabar percebendo apenas quando é tarde para tratar.

Pessoas diagnosticadas com diabetes devem procurar o médico ao menor sinal de ferimento, pode haver uma evolução muito rápida que leva a necrose do tecido, e por consequência a amputação. O tratamento para pé diabético varia de caso a caso, geralmente é feito à base de antibióticos e pomadas que combatem a proliferação de micróbios, sempre sob supervisão especializada, para evitar efeitos colaterais indesejados. A troca diária dos curativos é essencial para impedir o agravamento de infecções.

Ozonioterapia no tratamento da diabetes

A hidrozonioterapia é uma técnica relativamente nova, ela envolve uma variação química do átomo de oxigênio. Segundo estudos, estimula a circulação do sangue e a renovação de células da pele. Junto com as suas propriedades anti sépticas, é uma forma eficiente para tratar complicações relacionadas a feridas, sem dor e com praticamente nenhum efeito colateral, inclusive o pé diabético. A técnica utilizada é a hidrozonioterapia: trata-se de um gerador de ozônio  que dispersa as moléculas na água, sem alterar sua respectiva estrutura, e assim, podem entrar em contato com o organismo através da imersão, popularmente conhecido como banho de ozônio.

Assim, já é possível notar resultados nas primeiras sessões. Todavia, é válido ressaltar que os resultados variam de acordo com a situação do pé diabético, bem como a execução correta do tratamento.

Uma das vantagens desse tratamento é que ele pode ser realizado em casa sem maiores dificuldades. Por isso, disponibilizamos um e-book em que explicamos como você pode tirar proveito da hidrozonioterapia para combater os sintomas e cicatrizar o pé diabético, esclarecemos dúvidas, bem como você pode se beneficiar com essa tecnologia. Há também um passo a passo de como fazer todo o procedimento em casa.



A ozonioterapia não possui efeitos colaterais e conta com pouquíssimas contraindicações. É uma maneira eficiente de tratar infecções e doenças bacterianas sem complicações.