Geradores de Ozônio

X métodos auxiliares para “tratamento” do autismo

O autismo é uma condição que deixa os pais bem preocupados. Afinal, uma criança com o comportamento social afetado é algo um pouco assustador, e deixa os pais receosos sobre a sua vida no futuro. A dúvida sobre como proceder nesses casos é um dos piores aspectos, já que muitas vezes, é bem difícil saber o que fazer. Felizmente, graças a muita pesquisa sobre o assunto, existem algumas opções de tratamento do autismo.

É importante ressaltar que não existe uma única opção de tratamento ou “a melhor” terapia. Cada criança tem a sua personalidade, e cada solução irá ter um melhor resultado para um indivíduo específico.

Existe também um papel importante que a comunidade tem em facilitar a vida dessa criança. Por isso, parte do “tratamento” é conscientizar a família, os amigos, a escola e qualquer ambiente que ela esteja para tratá-la da maneira que irá causar menos transtorno.

Para complementar a terapia e melhorar ainda mais a vida das crianças, vamos ver 8 métodos auxiliares de tratamento do autismo.

1 – A Dieta

A dieta é fundamental para a saúde de qualquer pessoa, e o mesmo se aplica a crianças que sofrem de autismo.

Existe ainda a ideia de que o distúrbio é agravado por certos componentes de alimentos como o trigo e o leite. O controle da alimentação mais rígido pode ajudar a criança a diminuir os efeitos do problema.

Uma das sugestões desse tratamento é remover quase completamente o glúten e a caseína da alimentação e tentar, ao mesmo tempo, impedir qualquer deficiência de vitaminas.

O pediatra deve ser sempre consultado antes de iniciar essa opção, para garantir que não vai haver problemas com a nutrição.

2 – A Ozonioterapia

Outro método interessante é a ozonioterapia. Essa técnica consiste na aplicação da mistura dos gases oxigênio e ozônio, para garantir que exista uma maior concentração de oxigênio no sangue.

Para as crianças com autismo, essa solução visa recuperar a condição saudável do organismo, através da eliminação de impurezas. Entre tantas visitas a inúmeros médicos e clínicas é natural que o corpo, mais sensível, das crianças seja bem afetado por essas toxinas normalmente encontradas nesses ambientes, e até mesmo, no dia a dia.

A ozonioterapia tem o objetivo de eliminar as toxinas através da oxidação das mesmas, fazendo com que a saúde das crianças com autismo melhore bastante.

Abaixo deixaremos 2 depoimentos sobre a utilização do ozônio com portadores do Transtorno do Espectro Autista.

 

3 – A pressão profunda

A pressão profunda é uma opção bem interessante. Seu objetivo é o uso de coletes especiais, cobertores e outros produtos para cobrir a criança, causando uma pressão maior do que o normal e alterando a sua percepção sensorial. É uma forma de fazer com que a criança se sinta mais aconchegada e segura.

Porém, esse método não é feito em um vácuo. Ele geralmente faz parte de todo um conjunto de soluções e terapias que visa trabalhar a percepção sensorial da criança.

Assim como outras opções de tratamento, essa também deve ser acompanhada por um profissional. Ele pode determinar o peso do exercício e o material de acordo com o desejo da criança, de modo que não cause lesões, ou gere um desconforto que deixe o paciente ainda mais ansioso.

4 – Acupuntura e massagens

Há quem defenda que a conexão entre corpo e mente é bem forte, e que um corpo forte ajuda a superar problemas na mente. É nisso que se baseiam as terapias com acupuntura e massagens. Enquanto não existe comprovação da sua eficácia nos tratamentos, essas opções podem, pelo menos, ajudar a criança a relaxar, o que ajuda a melhorar a sua qualidade de vida.

É preciso, porém, tomar algum cuidado. Muitas crianças, especialmente as autistas, podem não se sentir à vontade com o toque de uma pessoa desconhecida. Por isso, essa opção deve ser feita com cuidado.

5 – A integração auditiva

Essa opção, visa usar o som como base para ajudar crianças com autismo no desenvolvimento sensorial.

Isso é feito, através do uso de fones de ouvido e músicas que abrangem diferentes frequências. Novamente, não há comprovação de que essa opção ajuda nos sintomas, mas para quem quiser tentar, também não existem efeitos colaterais.

6 – A oração

O poder da reza é extremamente controverso, por diversos motivos. Há quem duvide que exista uma conexão entre mente e corpo, mas esse é um dos tratamentos alternativos mais aprovados pelos pais. Não deve ser usado de forma isolada, como única opção de tratamento, mas não há efeitos colaterais.

A verdade é que não existe nenhuma comprovação de que a oração de fato, ajude. Mas ela pode ter um papel fundamental de fazer que as crianças, e também os pais, possam relaxar, se concentrar, se sentir mais seguros e ter algum conforto.

Apesar dessa opção jamais ser recomendada como o tratamento primário, ter a mente um pouco mais calma pode não trazer benefícios diretos, mas certamente irá ajudar.

7 – A hipnose

A hipnose é um pouco mais polêmica. Seu principal objetivo é tratar a ansiedade que vem acompanhada do distúrbio. Existe muito pouco estudo sobre seu impacto no transtorno, mesmo porque essa opção é bem desacreditada, mas como também não existem efeitos colaterais, vale a pena tentar. Se funcionar, ótimo.

8 – A secretina

A secretina é um tratamento bastante polêmico. Uma forma de tratamento auxiliar do autismo, é a injeção desse hormônio, que está associado ao processo digestivo. Não existe ainda nenhuma comprovação da eficácia desse tratamento, que pode trazer certos efeitos colaterais, mas há quem defenda que ele é uma opção. Como sempre, converse com o seu médico.

Independentemente da opção, é muito importante ressaltar que todos esses tratamentos são complementares e não devem nunca substituir as principais maneiras de reduzir os sintomas desse distúrbio. Opções como a Terapia Cognitiva Comportamental, a atenção extra à sua educação e principalmente a participação ativa dos pais, são ainda as melhores opções.

Mas, as alternativas podem ajudar. Na Diluka Power, você pode encontrar soluções para a implementação da ozonioterapia e/ou outras vias de utilização do ozônio no dia a dia, não só para o portador(a) do TDAH, mas também para toda família.